Game Science veta IA generativa em Black Myth: Zhong Kui

Rafael Ramos
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O estúdio confirmou que os designs e assets do jogo serão produzidos sem uso de ferramentas geradoras automáticas. Yang Qi, cofundador e diretor de arte, anunciou a decisão em postagem no Weibo.

O estúdio chinês Game Science, conhecido pelo seu projeto ambicioso Black Myth: Zhong Kui, anunciou que não utilizará inteligência artificial generativa na criação de designs e assets do jogo. A confirmação veio através de uma declaração de Yang Qi, cofundador e diretor de arte da empresa, em uma publicação no Weibo.

A decisão de evitar a IA generativa reflete a intenção do estúdio em manter a qualidade e a originalidade dos elementos artísticos do jogo, que é uma adaptação da mitologia chinesa com uma abordagem moderna. Este cuidado com o processo criativo é um reflexo da visão da Game Science de oferecer uma experiência autêntica e imersiva aos jogadores.

Yang Qi respondeu a uma pergunta de um usuário que questionou sobre o uso de tecnologia de IA na produção do título. A escolha de não utilizar IA generativa pode ser vista como uma estratégia para garantir que cada aspecto do jogo seja cuidadosamente elaborado por artistas humanos, preservando a essência da narrativa e da estética que o estúdio deseja transmitir.

A produção de Black Myth: Zhong Kui tem gerado grande expectativa entre os fãs de jogos e a comunidade gamer em geral, especialmente após o lançamento do trailer que apresentou gráficos impressionantes e uma jogabilidade envolvente. O estúdio, que também é conhecido por sua equipe talentosa e dedicada, busca estabelecer um novo padrão no desenvolvimento de jogos baseados em mitologias.

A decisão de manter o foco na criação manual de designs e assets pode ser interpretada como um compromisso com a autenticidade, algo que muitos jogadores valorizam em um mercado cada vez mais dominado por soluções tecnológicas automatizadas. A Game Science parece estar ciente de que a conexão emocional com o produto final muitas vezes vem do trabalho artesanal e do toque humano na arte dos jogos.

Com isso, Black Myth: Zhong Kui promete ser um título que mescla tradição e inovação, e a escolha do estúdio em não adotar IA generativa pode ser um diferencial importante na construção da identidade do jogo. Os fãs e entusiastas do gênero aguardam ansiosamente mais informações sobre o progresso do desenvolvimento e a data de lançamento.

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Rafael Ramos é jornalista e gestor de comunicação com atuação em múltiplos portais de notícias em Sergipe. Apaixonado por política nacional e internacional, esportes e cultura, assina coberturas que unem rigor informativo e linguagem acessível ao leitor contemporâneo. À frente do R2 Media Group, dedica-se a levar informação de qualidade para o público sergipano e brasileiro.